Recentemente li o livro "Christiane F. - 13 anos, drogada e prostituída" e senti um grande aperto no peito. Dois jornalistas contam, no livro, a história de uma garota que, aos 13 anos, entra para o mundo das drogas, se prostitue para conseguir dinheiro e é destituída dos cuidados familiares - não por opção dos parentes, mas pela falta de conhecimento de como lidar com a situação. Durante a leitura, não pude conter minha raiva àqueles que não acolhiam a garota, derramando lágrimas que molhavam as páginas e deixavam nelas minha marca de hipocrisia. Hipocrisia por saber que há, no mundo, milhares de Christianes à espera de serem tratadas ou simplesmente escutadas e nada fazer. Hipocrisia por sentir raiva de seus familiares quando eles, em seu desespero, ora contido, ora extravasado, tentavam - embora de maneira incoerente - afastá-la das drogas. Hipocrisia por ter vícios talvez não tão graves quanto os de Christiane, mas que ao mesmo tempo chafurdam minha vida na lama, e não ter 10% da vontade que essa garota teve para se libertar das drogas.
Enfim, é impossível não se apaixonar por essa garota que, em busca de liberdade, acaba presa em um destino que não fora traçado por ela. Mas, pelas drogas.
Leiam: "Christiane F. - 13 anos, drogada e prostituída" de Kai Herrmann e Horst Rieck.
Um blog feito por um estudante de jornalismo que busca entreter e informar a sociedade virtual por meio de artigos sobre os mais variados temas.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
domingo, 17 de outubro de 2010
Tragédia heróica e "marketeira"
Na virada do dia 12 para o dia 13 de outubro deste ano, o mundo pôde (na verdade, "pode", por causa da nova lei, mas prefiro assim) assistir ao resgate dos 33 mineiros que ficaram presos na mina San José, no Chile, por 69 dias. Acompanhamos o drama pelo qual aqueles homens passaram e choramos quando eles foram retirados da mina. Eles foram intitulados "heróis". Agora eu vos pergunto: por que eles receberam esse título de "heróis"? Eles fizeram o que tinha de ser feito. Sobreviveram, bravamente, aos 69 dias de clausura. Pronto. Heróis mesmo são os engenheiros, técnicos, e operários que trabalharam quase sem descanso para montar a parafernália a ser usada para retirar os mineiros de lá. Eles são heróis! E os jornais, revistas e programas de televisão mal os citaram. Só publicaram, de forma sensacionalista, o "heroísmo" dos pobres mineiros.
Além disso, teve gente - e muita - que se aproveitou dessa tragédia para transformá-la em propaganda política. O presidente chileno, Sebastián Piñera, mal saía de perto da mina quando o resgate começou a ser realizado. Afinal lá estavam milhares de jornalistas mostrando sua "caridade" ao mundo. O presidente boliviano, Evo Moralles, também marcou presença para cumprimentar o mineiro boliviano que ficou enclausurado.
É nojento quando vemos essas pessoas subirem em cima de histórias trágicas para se beneficiar. Parece uma tragicomédia grega. O riso só não é proferido em respeito às incontáveis lágrimas derramadas pelos homens - e mulheres - que sofreram durante todo o resgate. Mas, falando em português claro e de bom tom, que mundo bizarro!
Além disso, teve gente - e muita - que se aproveitou dessa tragédia para transformá-la em propaganda política. O presidente chileno, Sebastián Piñera, mal saía de perto da mina quando o resgate começou a ser realizado. Afinal lá estavam milhares de jornalistas mostrando sua "caridade" ao mundo. O presidente boliviano, Evo Moralles, também marcou presença para cumprimentar o mineiro boliviano que ficou enclausurado.
É nojento quando vemos essas pessoas subirem em cima de histórias trágicas para se beneficiar. Parece uma tragicomédia grega. O riso só não é proferido em respeito às incontáveis lágrimas derramadas pelos homens - e mulheres - que sofreram durante todo o resgate. Mas, falando em português claro e de bom tom, que mundo bizarro!
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Por que eu ainda me surpreendo?
Vejam só parte da matéria "Plano de Dilma inclui democracia 'irrestrita'", publicada em "O Estado de São Paulo":
"O programa de governo da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, vai pregar a 'garantia irrestrita de liberdade religiosa, de imprensa e de expressão'. O atestado assinado por Dilma para afastar a polêmica do aborto e as desconfianças em torno do controle social da mídia consta do documento intitulado Os 13 Compromissos Programáticos de Dilma Rousseff para Debate na Sociedade Brasileira, a ser divulgado na semana que vem."
Interessante. Então, a nação brasileira, que conquistou sua "liberdade" em 1985 após duas décadas de ditadura, precisa, ainda hoje, de um candidato a presidente que prometa liberdade religiosa, de imprensa e de expressão? Mas isso já não é o básico de uma sociedade dita democrática? É como se o Maluf começasse a prometer não roubar mais. É trivial.
Acredito que essa promessa da candidata do PT é justamente para fechar os olhos dos eleitores frente às opiniões de seu partido. Como sabemos, o Presidente Lula disse para quem quisesse ouvir que ele derrotará a imprensa nessa eleição, que a imprensa "inventa" coisas e etc. Além disso, a (falta de) opinião de Dilma sobre o aborto levou instituições religiosas a classificarem-na como "anticristã". Chegou ao cúmulo dizerem que ela fecharia as igrejas.
Por isso e por muitas outras coisas que Dilma lançará, na semana que vem, "Os 13 Compromissos Programáticos de Dilma Rousseff para Debate na Sociedade Brasileira", incluindo as tais de liberdade de expressão, de religião e de imprensa. Isso irá assegurar aos brasileiros direitos que nós, desde 1985, já temos. Não é estranho?
"O programa de governo da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, vai pregar a 'garantia irrestrita de liberdade religiosa, de imprensa e de expressão'. O atestado assinado por Dilma para afastar a polêmica do aborto e as desconfianças em torno do controle social da mídia consta do documento intitulado Os 13 Compromissos Programáticos de Dilma Rousseff para Debate na Sociedade Brasileira, a ser divulgado na semana que vem."
Interessante. Então, a nação brasileira, que conquistou sua "liberdade" em 1985 após duas décadas de ditadura, precisa, ainda hoje, de um candidato a presidente que prometa liberdade religiosa, de imprensa e de expressão? Mas isso já não é o básico de uma sociedade dita democrática? É como se o Maluf começasse a prometer não roubar mais. É trivial.
Acredito que essa promessa da candidata do PT é justamente para fechar os olhos dos eleitores frente às opiniões de seu partido. Como sabemos, o Presidente Lula disse para quem quisesse ouvir que ele derrotará a imprensa nessa eleição, que a imprensa "inventa" coisas e etc. Além disso, a (falta de) opinião de Dilma sobre o aborto levou instituições religiosas a classificarem-na como "anticristã". Chegou ao cúmulo dizerem que ela fecharia as igrejas.
Por isso e por muitas outras coisas que Dilma lançará, na semana que vem, "Os 13 Compromissos Programáticos de Dilma Rousseff para Debate na Sociedade Brasileira", incluindo as tais de liberdade de expressão, de religião e de imprensa. Isso irá assegurar aos brasileiros direitos que nós, desde 1985, já temos. Não é estranho?
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Sou a favor do aborto!
Nas eleições presidenciais de 2010 nós, cidadãos, estamos observando um homérico - e ridículo - debate entre Dilma Rousseff e José Serra acerca do aborto. Ambos não apresentaram uma visão concreta em relação à proibição ou à liberação de tal prática e estão sempre a tergiversar. Quando o assunto chega aos ouvidos dos eleitores, a opinião é muito dividida. E, para não perder - ou não deixar de ganhar - votos, os candidatos se mantiveram horrivelmente inseguros e ausentes para o debate. Agora, repentinamente, como a prática abortiva não atinge apenas a área de saúde pública, mas também as religiões, o palhaço de azul se diz "a favor da vida" e a bruxa vermelha varia, de hora em hora, sua opinião - a atual é ser contra - para conquistar votos de católicos e evangélicos. Afinal, queridos candidatos, usar da promessa de se proibir ou legalizar o aborto para conquistar votos é, antes de qualquer coisa, patético e incoerente. O Brasil detem uma população de, aproximadamente, 190 milhões de pessoas e grande maioria sofre ainda com os problemas mais simples de falta de saneamento básico, educação de péssima qualidade e filas exorbitantes em postos de saúde. Discutir o aborto é, pois, a solução para que o Brasil "continue crescendo"?
Creio que não.
Obviamente, essa questão não deve, jamais, ser deixada de lado. Mas usá-la como ponto principal de debates a fim de arrancar votos desesperados é um desrespeito com os eleitores, que querem - e precisam - saber sobre os planos que os candidatos tem para solucionar problemas e melhorar algumas áreas do nosso lindo e estranho Brasil.
Suponho que a melhor solução, no momento, é legalizar o aborto. Mas, refiro-me a outro tipo. Devemos abortar da política brasileira essa prática insignificante de lidar com assuntos polêmicos - e nada cruciais - em debates, a fim de que os candidatos apresentem seus reais planos de como se conduzir uma nação à plenitude EM TODAS AS ÁREAS QUE CONSTITUEM UMA SOCIEDADE.
Creio que não.
Obviamente, essa questão não deve, jamais, ser deixada de lado. Mas usá-la como ponto principal de debates a fim de arrancar votos desesperados é um desrespeito com os eleitores, que querem - e precisam - saber sobre os planos que os candidatos tem para solucionar problemas e melhorar algumas áreas do nosso lindo e estranho Brasil.
Suponho que a melhor solução, no momento, é legalizar o aborto. Mas, refiro-me a outro tipo. Devemos abortar da política brasileira essa prática insignificante de lidar com assuntos polêmicos - e nada cruciais - em debates, a fim de que os candidatos apresentem seus reais planos de como se conduzir uma nação à plenitude EM TODAS AS ÁREAS QUE CONSTITUEM UMA SOCIEDADE.
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Eu voto em mim. E você?
Noite e dia nós, brasileiros, reclamamos covardemente dos políticos que, em Brasília, representam o nosso país. Digo covardemente porque esquecemos que só há um motivo para eles estarem no posto em que estão: nós os colocamos lá. De quatro em quatro anos, o brasileiro se mostra, por meio das eleições, muito ignorante. Ao chegar ao local de votação, muitos de nós nem sabemos em quem vamos votar. Ou sabemos apenas o nome, porque o candidato já fez alguma novela ou já gravou alguma música de sucesso. Não temos noção da capacidade do candidato em trazer melhorias ao nosso país. Não temos conhecimento de seu passado político e muito menos do futuro que nos aguarda. Apenas apertamos, com nossos dedos sujos de indiferença, as teclas que nomearão alguma mulher fruta ou algum cantor de pagode como senador ou deputado federal, por exemplo. E, mesmo depois de elegê-los, mesmo sabendo que não sabemos quem colocamos no governo, criticamos. Fazemos dos políticos os grandes causadores de todas as mazelas que afundam o nosso país. A isso eu dou o nome de hipocrisia.
Quando chega o ano de eleições, nossos corações se enchem de esperança. Esperança de um Brasil melhor, sem crianças nas ruas, com mais educação, mais dignidade. Mas, um novo governante com os mesmos brasileiros - ignorantes, baderneiros, pobres de espírito - não poderá fazer nada. Afinal, o problema está em nós. Nós como povo, como matéria prima de um país. Somos corruptos e reclamamos da corrupção política. Não damos amor aos nossos filhos e reclamamos da falta de educação dos jovens. Exigimos leis mais severas quanto à punição de ladrões e assassinos, mas não respeitamos as leis mais básicas que fazem de nós uma sociedade de direitos, deveres e obrigações. Enfim, poderia ficar horas citando as contradições do povo brasileiro. Mas esse não é meu objetivo aqui. Escrevo com a pretensão de fazê-los enxergar que não são apenas as eleições de novos representantes do povo que mudarão a história desse país. Cada um de nós deve dar sua contribuição à nação. E que ela comece em casa, comece pela educação de seus filhos, comece pelo bom convívio com seus vizinhos. Pois, resolvendo-se esses problemas pequenos, poderemos partir para os maiores. Não ficaremos esperando apenas pela ação dos políticos. Agiremos nós. Por nós.
Lembrem-se: "O governo somos nós. Os políticos, nem tanto assim." Paulo Busko
Quando chega o ano de eleições, nossos corações se enchem de esperança. Esperança de um Brasil melhor, sem crianças nas ruas, com mais educação, mais dignidade. Mas, um novo governante com os mesmos brasileiros - ignorantes, baderneiros, pobres de espírito - não poderá fazer nada. Afinal, o problema está em nós. Nós como povo, como matéria prima de um país. Somos corruptos e reclamamos da corrupção política. Não damos amor aos nossos filhos e reclamamos da falta de educação dos jovens. Exigimos leis mais severas quanto à punição de ladrões e assassinos, mas não respeitamos as leis mais básicas que fazem de nós uma sociedade de direitos, deveres e obrigações. Enfim, poderia ficar horas citando as contradições do povo brasileiro. Mas esse não é meu objetivo aqui. Escrevo com a pretensão de fazê-los enxergar que não são apenas as eleições de novos representantes do povo que mudarão a história desse país. Cada um de nós deve dar sua contribuição à nação. E que ela comece em casa, comece pela educação de seus filhos, comece pelo bom convívio com seus vizinhos. Pois, resolvendo-se esses problemas pequenos, poderemos partir para os maiores. Não ficaremos esperando apenas pela ação dos políticos. Agiremos nós. Por nós.
Lembrem-se: "O governo somos nós. Os políticos, nem tanto assim." Paulo Busko
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Ontem é hoje
Estou aqui para lhe propor um teste: escreva com um lápis, em um pedaço de papel, algum momento importante de sua vida, seja ele positivo ou negativo. Feito isso, pegue uma borracha e apague o que foi escrito. Agora, responda: o papel está completamente intacto ou ainda é possível enxergar nele as marcas do que foi escrito? Acredito piamente que a segunda alternativa será sua resposta.
Dessa experiência aparentemente inocente, podemos fazer uma análise da história de qualquer ser humano. Afinal, de qualquer fato ocorrido no nosso passado, por mais longínquo que o seja, ainda é possível ver as marcas que foram deixadas. Muitas vezes, carregamos em nossas vidas intensas recordações de momentos que foram maravilhosos. Ou devastadores. Esses últimos são os que mais me preocupam, já que uma pessoa pode, por exemplo, ter como base esse experimento ruim e, assim, agir da mesma forma no presente. Contudo, o mais interessante seria se cada um de nós visualizasse esse experimento ruim pelo qual passou e, a partir dele, realizasse algo novo. Não com a intenção de apagá-lo ou esquecê-lo - atitude de alguns pouco espirituosos e muito utópicos - mas visando acrescentar em sua vida uma nova e positiva experiência, a qual o faça crescer como pessoa e lhe dê boas energias.
Devemos sempre lembrar que o presente só existe devido aos acontecimentos do passado. Somos o que somos hoje, graças ao que fomos ontem. E se queremos ser alguém melhor amanhã, se queremos deixar marcas positivas em nossos futuros, devemos arar nossa própria terra hoje.
Então, o que você está esperando? Vá arar sua terra! Vá preparar, hoje, o seu amanhã.
Dessa experiência aparentemente inocente, podemos fazer uma análise da história de qualquer ser humano. Afinal, de qualquer fato ocorrido no nosso passado, por mais longínquo que o seja, ainda é possível ver as marcas que foram deixadas. Muitas vezes, carregamos em nossas vidas intensas recordações de momentos que foram maravilhosos. Ou devastadores. Esses últimos são os que mais me preocupam, já que uma pessoa pode, por exemplo, ter como base esse experimento ruim e, assim, agir da mesma forma no presente. Contudo, o mais interessante seria se cada um de nós visualizasse esse experimento ruim pelo qual passou e, a partir dele, realizasse algo novo. Não com a intenção de apagá-lo ou esquecê-lo - atitude de alguns pouco espirituosos e muito utópicos - mas visando acrescentar em sua vida uma nova e positiva experiência, a qual o faça crescer como pessoa e lhe dê boas energias.
Devemos sempre lembrar que o presente só existe devido aos acontecimentos do passado. Somos o que somos hoje, graças ao que fomos ontem. E se queremos ser alguém melhor amanhã, se queremos deixar marcas positivas em nossos futuros, devemos arar nossa própria terra hoje.
Então, o que você está esperando? Vá arar sua terra! Vá preparar, hoje, o seu amanhã.
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Auto análise
No meu mundo nada me é proibido. Tenho a liberdade de ir e vir. Talvez isso me incomode. Esse poder que conquistei de escolher entre amarelo ou azul. Entre praia ou serra. É tarefa muito árdua para alguém que nunca teve a oportunidade de exercer o poder da escolha. Afinal, as coordenadas que me foram passadas ao longo da vida sempre foram seguidas a rigor, posto que minha opinião não era relevante.
Com o passar do tempo, percebi que as coordenadas que me foram dadas não eram para ser estritamente seguidas. Elas deveriam me guiar. Apenas isso. Contudo, essas inocentes guias se tornaram impetuosas obrigações - e proibições. Seguia tudo a pé da letra e nunca parei para perguntar: "Por que devo fazer isso?". Simplesmente fazia. E, então, me ceguei. Emudeci. Perdi-me dentro de meu próprio mundo. Não posso culpar apenas os que me fizeram passar por isso. Culpo-me com muito desgosto. Como pude ter sido conivente com a situação? Por que me calei quando deveria gritar? Por que fechei meus olhos quando mais precisei enxergar? Talvez por medo de desagradar alguém. Talvez por ter me acostumado com a estabilidade e a comodidade de não ter que optar.Enfim, todo esse marasmo quase patológico foi rompido. Agora, posso gritar. Consigo enxergar. Mas, o que gritar? Para onde olhar? Ainda não sei. Essa lição não me foi ensinada. O que sei é que a estabilidade foi extinta. Que reine a era da instabilidade, a era de não estar certo sobre quaisquer esferas da vida. Pois, nesse momento de inquietude, definirei minhas próprias coordenadas. Decidirei entre o azul ou o amarelo para, no futuro, não pestanejar. Nesse momento, minha vontade é de permanecer inquieto. Estabilizar a instabilidade. Nada mais me movimenta a não ser esse desejo.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
O início
Aqui começa uma nova empreitada na minha vida. Eu, Maurício Thomaz, pretendo redigir alguns textos e artigos de opinião com o objetivo de informá-los, entretê-los ou, simplesmente, desabafar. Como qualquer escritor, "blogueiro", colunista, etc., sei que estou sujeito à avaliação de todos vocês. E é exatamente isso que quero. Critiquem-me quando necessário. Contestem-me quando não concordarem com minhas colocações. Afinal, esse blog é um experimento de um jovem de apenas 18 anos que, como qualquer ser humano, comete erros e tem opinião formada, a qual pode não agradar a todos.
Façam bom proveito!
Maurício T.
Façam bom proveito!
Maurício T.
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