Bom, vou me abrir com vocês. Afinal, sei que só uns dois gatos pingados desocupados lerão isto.
Este ano conheci algumas pessoas muito bacanas. Envolvi-me com elas. Apaixonei-me. Na verdade, me apaixono com muita facilidade. Mas nunca por duas pessoas ao mesmo tempo, claro. E sou muito romântico e carinhoso. Mas cheguei à conclusão de que isso está fora de moda, e as pessoas não fazem mais questão de ficar com alguém romântico. Elas querem um cara babaca, estúpido, que cospe no chão e grita na hora H: "CARALHO, QUE TESÃO." Não sou desse tipo e, sinceramente, estou quase caindo em tentação e me entregando ao clichê dos relacionamentos. Estou pensando, seriamente, em nunca mais ligar para uma pessoa de quem eu goste só para dizer "Tenha um bom dia, amor."; ou então comprar um bombom serenata de amor e grudar nele um bilhetinho dizendo "Você me faz tão bem"; ou chamar a pessoa para ir ao cinema e ficar de mãos dadas e fazendo carinho em sua cabeça. Penso que agora eu devo ligar pra pessoa e dizer: "E AÍ, QUANDO VOU TE COMER?"; ou então comprar uma camisinha e entregar com um bilhetinho escrito: "MEU PAU TÁ DURO AGORA."; ou chamá-la pra ir ao cinema e fazer um oral no meio de todo mundo. Isso que as pessoas "modernas" estão querendo. Esse é o novo clichê. Eu sou raridade - ou melhor, sou estranho às pessoas. E então, me torno um "moderno"? Continuo com meu romantismo que pouco agrada nos dias de hoje? Não sei o que fazer. Um amigo já me disse para mesclar e ser um pouco de cada. Mas então eu estaria 50% completo. Não sei ser "moderno". Minha natureza não me permite. O que me resta, talvez, é encontrar minha metade por aí, mesmo que demore anos e anos. E que ela sorria quando lhe entregar um bombom; que ela me beije quando disser que está linda; que ela veja o amor em meus olhos, quando o meu coração lhe tocar.
Impressos na rede
Um blog feito por um estudante de jornalismo que busca entreter e informar a sociedade virtual por meio de artigos sobre os mais variados temas.
sexta-feira, 22 de abril de 2011
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Você NÃO é mais importante que uma árvore.
O ser humano, com a Revolução Industrial em meados do século XVIII, começou sua alavancada à modernidade - e sua derrocada ao caos. Criamos máquinas modernas com o passar do tempo. Pensamos sempre em nosso bem-estar, nosso conforto, nosso, nosso, nosso. Não paramos um segundo para refletir que nossas ações interferiram e interferem diretamente na saúde do meio ambiente. E a saúde do meio ambiente é, sem dúvidas, a nossa saúde. A natureza nos concede alimentos, vestimento, remédios, perfumes, tudo. E o que nós concedemos a ela? Ingratidão, descaso, lixo. Podem me chamar de clichê. Mas você NÃO é mais importante que uma árvore. Pense bem. A árvore evita a erosão da terra. A árvore, com o processo de fotossíntese, renova o ar que respiramos. A árvore nos concede frutos. E você? O que você é capaz de dar a humanidade?
Como estamos vendo na televisão, nos jornais, nas revistas, a natureza começou a se revoltar. Acreditem, ela apenas começou. Com o aquecimento do planeta, mais chuvas hão de vir. Com mais chuvas, deveríamos ter mais árvores para evitar a erosão e o deslizamento de terras. Mas, onde foram parar as árvores? Talvez no seu quarto, na sua sala, no seu conforto. E o que é o conforto? Pelo que estamos vendo, não é nada confortável assistir aos noticiários que informam a morte de mais de 350 pessoas APENAS no Rio de Janeiro devido às chuvas. Agora, reflitam comigo. Será que 350 árvores não teriam impedido a morte de 350 pessoas? A gente já destruiu muito a natureza. Nada mais justo do que ela revidar, agora, à sua maneira.
Como estamos vendo na televisão, nos jornais, nas revistas, a natureza começou a se revoltar. Acreditem, ela apenas começou. Com o aquecimento do planeta, mais chuvas hão de vir. Com mais chuvas, deveríamos ter mais árvores para evitar a erosão e o deslizamento de terras. Mas, onde foram parar as árvores? Talvez no seu quarto, na sua sala, no seu conforto. E o que é o conforto? Pelo que estamos vendo, não é nada confortável assistir aos noticiários que informam a morte de mais de 350 pessoas APENAS no Rio de Janeiro devido às chuvas. Agora, reflitam comigo. Será que 350 árvores não teriam impedido a morte de 350 pessoas? A gente já destruiu muito a natureza. Nada mais justo do que ela revidar, agora, à sua maneira.
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Bom, mudando COMPLETAMENTE o rumo do blog, publicarei um poema que fiz há uns 4 anos e hoje achei.
A verdade bate em minha porta
Recuso-me a abrir
Sua insistência me enlounquece
Procuro um lugar para fugir.
A verdade entra em minha casa
Recuso-me a recebê-la
Seu sorriso me amedronta
Não mais quero vê-la.
A verdade consome minha alma
Recuso-me a aceitá-la
Seu espelho em mim reflete
Já não sei como pará-la.
A verdade mostra-me a consequência
Recuso a negação
Sua face, agora, me acalma
A ela já não posso dizer não.
A verdade bate em minha porta
Recuso-me a abrir
Sua insistência me enlounquece
Procuro um lugar para fugir.
A verdade entra em minha casa
Recuso-me a recebê-la
Seu sorriso me amedronta
Não mais quero vê-la.
A verdade consome minha alma
Recuso-me a aceitá-la
Seu espelho em mim reflete
Já não sei como pará-la.
A verdade mostra-me a consequência
Recuso a negação
Sua face, agora, me acalma
A ela já não posso dizer não.
Assinar:
Comentários (Atom)